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O Mundo Fantástico de George Lucas | Star Wars

Uma caixa de ideias fantásticas e surreais tecnológicas, sem abandonar o trivial cultural, admirável mundo novo ou admirável nova galáxia poderíamos descreve-la parcialmente como a maior obra de George Walton Lucas Jr ou simplesmente George Lucas, o sonhador da Califórnia que na sua juventude era apaixonado por automobilismo, porém por um grave acidente passou algum tempo em uma cama de hospital, o que levou a reflexões sobre a vida, depois de tomar outras decisões, ganhou uma bolsa de estudos que coincidiu em conhecer Coppola em uma das primeiras universidades a inserir o curso de cinema, sendo esta mesma em sua cidade natal, Lucas sempre teve um pensamento para o cinema indie e com suas ideias voltadas para a ficção científica, política, filosofia e certamente com o seu desejo da criatividade expansiva fora de qualquer padrão, que tracem a contra-mão da casa, ou seja
dos moldes Hollywoodianos, por causa disso teve alguns embates e pagou até multas para o Sindicato de cinema americano. Precisamente em 1970 Lucas estaria aponto de lançar sua primeira obra, que particularmente tenho grande admiração, THX 1138 que surgiu de pequenos takes feito por ele ainda em formação na academia, ultra recheado, comparado a um sanduíche "X-tudo" de Sci-fi e filosofia, uma boa degustação para todos os amantes deste gênero, essa se tornaria seu primeiro longa metragem oficial.  Depois dos anos 70, THX acabaria de se tornar uma marca conhecida de George Lucas em todo o mundo essas três consoantes em caixa alta estavam sendo a assinatura dele por muito tempo que mais tarde ajudariam a dar credibilidade seus muitos longas da franquia mais amada do universo, a marca alguns anos depois se tornou um mecanismo que ditaria os padrões de áudio por seu rigor e fidelidade de áudio em equipamentos de som para o cinema, um referencial. George Lucas criara a THX em alusão a sua primeira obra, a empresa de áudio foi criada por Ele para apresentar um padrão único e fiel de som nos anos de 1980 para  Star Wars: VI - O Retorno de Jedi, depois foi aplicada as salas de cinema em todo mundo, praticamente do que desfrutamos hoje em salas de cinema, lá a mesma está, depois de 1980 o cinema jamais foi o mesmo. Sendo admirador e Fã do Thriller/Film "O Planeta dos macacos de (1968), Lucas começara a fazer esboços de seus Roteiros com total inspiração no mesmo e com uma boa pitada de "Flash Gordon" para o seu Guerra nas Estrelas (Star Wars), depois rebatizado nos anos 90 de Star Wars: IV - Uma Nova Esperança. Era chegada a era dos Blockbusters assim se fixou alguns anos antes seu amigo Steve Spielberg com Tubarão (1975), George traria sua ideia de Ficção científica e fantasia para o público  porém teria apresentado a proposta a inúmeros estúdios que desacreditaram do poder encantador do que viria a ser, muitos julgaram pequeno o grande projeto de George longe acreditavam, 
mencionavam o projeto como um filme de fadas superficial, sem nossas viagens filosofais que temos hoje, Alec Guiness (Obi Wan) também não acreditava no potencial do filme antes de filma-lo. Seguindo recebendo todas as rejeições possíveis de estúdios, a FOX aceitou produzir o que Lucas teria a oferecer ao mundo. Em torno de 11 milhões era o financiamento para essa obra que traria a Ficção de um jeito jamais visto com influências do cinema clássico, densidade das tramas políticas, filosofia, moral, o bem e o mal: "The Dark side and the Light". Naves imperiais, sons únicos, os caças X-Wing adentrando em labirintos espaciais, fugindo de Tie Fighters e aliens falantes ou melhor: Uma espécie de macaco pé grande gigantesco que foi inspirado em seu cachorro e a pedido de George Lucas deveria falar uma combinação de sons emitidos por mamíferos nos transportando para outro mundo elevando a um novo nível os filmes de ficção e fantasia sem perder sua proposta lúdica para todas as gerações. Contatos Imediatos de Terceiro Grau de Steven Spielberg amigo de Lucas estava prestes a estrear também, com isso em uma brincadeira de amizade os dois velhinhos mais queridos do cinema na época fizeram uma aposta estando
relacionada aos dois filmes, George Lucas no final da história acabou perdendo, pois Guerra nas estrelas arrecadou muito mais, que a obra de Spielberg, pois o combinado foi o repasse de 2,5% de seus lucros sólidos respectivos dos filmes de um para o outro. A descrença era tamanha nesse projeto Harrison Ford (Han Solo) recebeu apenas US$ 10 mil, um personagem sem relevância nenhuma para o contexto vindouro da saga, aparentemente que no primeiro olhar do Criador seria um Alien, porém no ultimo esboço do roteiro resolveu mudar a essência do personagem, inspirando um pirata fora da lei em seu amigo Coppola com isso Alec Guiness, aceitou interpretar (Obi Wan) em troca de apenas 2% de toda a receita da franquia em que poderia aparecer e o final disso já sabemos. O mundo de efeitos práticos estaria a se apresentar a diversidade de espécie de animais e alienígenas crenças, comportamentos e linguagens inspiradas em várias nações da terra ascendem as  obras de Lucas. Darth Vader (Vader) que em Holandês significa
"Pai" foi o primeiro personagem do esboço a criar vida, com inspiração em samurais e guerreiros medievais e uma armadura de alta tecnologia feita em "Durasteel" um material resistente a sabres de luz e também flexível, o personagem foi vivido por três pessoas e figurantes no primeiro filme da franquia que mais tarde abriria as portas para todo um universo que rendeu bem mais que seu pequeno orçamento de 11 milhões de dólares. Com o lucro do primeiro longa da franquia nosso velhinho das estrelas decidiu investir em sua própria empresa de efeitos, havia um gosto de produzir seus filmes longe dos padrões e críticas da época então surgiu a Industrial Light & Magic  precisamente ainda nos anos 70, sendo principal nome para produções nessa época nos dias atuais a mesma faz parte da Gigantesca LucasFilm. Desacreditado no inicio, George Walton Lucas Jr foi o responsável por nos apresentar com grande ousadia algo abordado de uma forma nunca vista que se renova por gerações, um universo que seus acontecimentos "Em uma galáxia muito, muito distante", apresentado com a orquestra de outro mundo de nosso John Willians conquistaram muitos fãs por todo o universo. Games, música, filosofia e a arte no mundo tem um pouco de Lucas, suas produções renderam uma franquia que vai além dos longas metragens inspiram crianças e adultos no mundo inteiro, essa é a força de Star Wars: "May Be The Force Be With You" 


Reprodução Bastidores: 













































Clássicos de Outro mundo | Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)



Um fenômeno que envolve aliens e humanos são considerados por especialistas e ufólogos como "Contatos imediatos". Um contato imediato de terceiro grau se classifica como  aquele em que os humanos avistam e constatam que há tripulantes em um OVNI avistado, porém sem nenhuma comunicação com os mesmos. Nosso contato com a obra de Steven Spielberg feita para o cinema em 1977, vai além de um terceiro grau, ela tocou e mexeu com as emoções do público na época, onde por incrível que pareça para nosso deslumbre, ser lançada no mesmo ano e semana de Star Wars (Guerra nas Estrelas) e ainda assim, sua chocante abordagem especulativa sobre os casos e indagações do homem em seus possíveis contatos com seres do espaço bater recordes, inclusive seu trabalho o primeiro blockbuster com mais de 40 anos: Tubarão (1975). O curiosíssimo longa poderoso e desconcertante que permeia nossas especulações com o desconhecido, trouxe um tom que ditou os filmes de ficção científica de anos mais tardes se tornando hoje uma Old School, referência para os novos cineastas, seus efeitos e estética são marcantes as técnicas de iluminação parecem antiquados hoje, porém inigualável com o toque do pai dos blockbusters, manuseio das ferramentas e materiais muito simples, com objetivos perfeccionistas o que Spielberg exigia. Uma das cenas de maior expectativa para o ápice da obra, ele abre mão de certa tecnologia para que pessoas  encenem os visitantes ou seja, os Aliens, essas pessoas vestidas com trajes brilhosos aos reflexos intrigantes para nossas mentes, nada mais seriam que "crianças" da redondeza da cidade onde o longa fora filmado que foram convidadas para interpretarem os seres de outro mundo que vieram para o contato tão aguardado, ponto esse  muito forte do filme, que alcançou a estatueta do Oscar por sua bela fotografia, nesse quesito entra um  recorde que a produção possui: O maior número de diretores de fotografia somando um total de 11, embora não tenha sido contemplada por mais prêmios por concorrer com outra grande produção: Guerra nas estrelas que também  conquistou a academia. E sua visão de perfeição para o longa, Spielberg acabou lançando a sua versão do filme, melhorando sua perspectiva, se tornando assim um dos primeiros filmes da história a ter um "Special edition".
Nos adoramos e apreciamos toda a sutilidade do suspense fantástico com suas trilhas do Spock, ironicamente, pois não é nada lógico, mas  de outro mundo, com "tubas" e sopros graves, sabemos que há inspirações reais de personagens que envolveram toda a trama cativante e incansável. Contatos imediatos do terceiro grau, trouxe a vitória da nossa inesquecível TV Manchete sobre a Rede Globo na TV brasileira em seu horário de exibição, incrivelmente no dia de sua inauguração em 1983, trazendo "O outro mundo" para as famílias brasileiras, prendendo o público na proposta ficcional de Spielberg.  O longa metragem trás a história do eletricista Roy Neary que tem seu encontro com um OVNI durante um Blackout na sua cidade, depois dessa experiência, Roy fica fascinado pelo acontecido e o que poderia vir a ser aquilo, Ele se envolve cada vez mais na busca por respostas, sendo também o governo já com total conhecimento dos ocorridos, das atividades de Objetos voadores não identificados ocorridos no mundo inteiro, tentando de sua forma, tais episódios à esconder. O protagonista se envolve no suspense psicodélico assim como também Giliam que tem seu filho abduzido em sua própria casa durante uma visita inesperada, os dois percorrem em busca de respostas no interior do país onde o governo planeja algo imaginávelO mestre dos blockbusters não nos deixa a ver navios, mas sim belos vislumbres sobre as naves espaciais coloridas que nos trazem a sensação do mágico e a apropriação do desconhecido um ponto de ignição para um novo olhar a respeito do gênero Sci-Fi. As hipóteses do contato com outros seres e o que pode haver no profundo espaço desconhecido moveu Steven a dar vida ao que muitos teriam sede e curiosidade de imaginar na década de 70, há uma mensagem sobre como imaginamos e podemos tratar do que e de quem não conhecemos, isso deu a principal uniformidade ao grande projeto de Spielberg, além de sua impecável direção ele também assina o roteiro que fora modificado inúmeras vezes por ele. Para selar o longa em nossas mentes nos temos nada mais que John Williams que tem sua marca indescritível em Star Wars, criando a maravilhosa trilha sonora deste longa. 
Bastidores: Projeto original da espaçonave
Bastidores: Crianças de 8 à 12 anos como figurantes


















Bastidores: Filmagens

   



















Bastidores: Spielberg interage com o pequeno ator no Set de filmagens





















Data de Lançamento: 27 de fevereiro de 1977
Direção: Steven Spielberg
Trilha sonora: John Willians 
Prêmios: Oscar de melhor fotografia, Globo de Ouro Melhor Diretor, Prêmio Bafta, Saturno e outros.
Elenco: Richard Dreyfuss, François Truffau, Teri Garr, Melinda Dillon, Bob Balaban, Cary Guffe, Lance Henriksen