Ed Wood - Plano 9 do Espaço Sideral (1959)

O desconhecido, o futuro e o medo pós guerra de vários períodos da história da humanidade serviram como inspiração e pano de fundo em vários segmentos da arte e no cinema com os temas de Ficção Cientifica. Depois dos anos de 1940 o homem, e por fim os filmes, já não poderiam ser mais os mesmos, o temor pelo inexplorado fazia do público um consumidor fiel, tanto as obras cultuadas pelo grande meio, quanto aos Filmes B criados por sonhadores esquecidos, sem recursos ou aqueles que não eram considerados talentosos, estavam em uma espécie de periferia em Hollywood. O excêntrico e nada requintado no conjunto de imagens e takes em seus devaneios, Edward Davis Wood Jr. ou simplesmente Ed Wood, usava de uma visão particular de seus próprios conceitos, claramente ao falarmos em partes técnicas ao lisonjeio de Hollywood Boulevard. O pior Cineasta de todos os tempos assim considerado por alguns apreciadores, exótico e único, Wood apresentava trabalhos "peculiares", frutos de sua personalidade tendo como admiração influencias magnificas como a de Orsom Welles, apesar de ironicamente seus filmes não chegarem perto de um "Cidadão Kane''. Depois de convencer uma comunidade Batista a financiar a sua bela ideia que consistia em  trazer seres de outro mundo para executar seus planos de domínio da terra, isso por simplesmente estarem fartos das atitudes humanas no planeta, Wood estava prestes a realizar seu feito marcante para a história do cinema mundial. O hábil sonhador tinha seus fantasmas e suas obras como um escape de sua expressão gritante e desjeitosa que fazia da técnica coesa sua inimiga real. 
O que Ele trouxe a ser filmado em poucas semanas de 1956 com um orçamento nada generoso foi o medo de um suposto futuro pós guerra que o homem sempre temeu. Plano 9 do Espaço Sideral, trazia uma narrativa costumeira ao requinte dos anos 50, um apresentador com um toque jornalístico vindo de um futuro próximo para apresentar o "Show". O clássico Trash, nos apresenta a trama de dois Aliens que observam a terra em suas naves ou discos voadores reluzentes em prata com sua fotografia relapsa, decidem executar o "plano 9" através de suas tecnologias avançadas muito além da qual os humanos ainda possuem. O proposito consiste em despertar e controlar os mortos, a partir de um cemitério localizado precisamente na califórnia e por assombrosa coincidência estão enterrados lá o icônico Conde Drácula interpretado pelo eterno Ícone o ator húngaro Béla Lugose que fez diversos filmes de Horror, um grande número deles com a capa do vampiro. Ed Wood como fã em seus sonhos desejava que Lugosi estivesse em seus filmes, convenhamos que Drácula seria uma adição e tanto para chamar a atenção do público. Além do ator Húngaro a presença da excêntrica Vampira interpretada pela finlandesa Maila Nurmi modelo e atriz que viria de outros trabalhos, um deles um seriado que durou um ano na TV, intitulada The Vampira Show. Nurmi hoje inspira várias personagens do horror e da cultura Pop mundial, no entanto havia um petição de direitos autorais dos detentores da personagem em relação a Cassandra Peterson atriz que viveu "Elvira", segundo os mesmos a personagem interpretada por Cassandra seria um plágio de Vampira. Por fim Wood lutou muito com sua produção Lugosi estava com sua saúde debilitada o diretor o carregou o máximo que poderia para finalizar seu trabalho, porém com apenas uma semana de filmagens a ator fa-
leceu. Lugosi fora enterrado como pediu sua esposa e filhos a caráter em seu traje de Drácula. Para a finalização do longa, um novo ator assumiu com os desajeitados truques de Ed Wood o ator ocultava seu rosto para que ninguém percebesse a diferença. Plano 9 do Espaço  sideral em sua incoerência particular técnica em 1959, foi considerado o pior filme de todos os tempos, porém aos amantes da arte crua e descompromissada é um banquete, isso é o Trash em sua essência um trabalho que com o tempo se tornou com uma certa finíssima apreciação.   


Plano 9 do Espaço Sideral 

Roteiro, produção e direção: Ed Wood. 

Com: Béla Lugozi, Maila Nurmi, Tor Johnson, Lyle talbot e Ed Wood. 

EUA (1959) 
Bastidores: Plano 9 no Espaço Sideral (1959)

Ator Béla Lugosi

Naves de outro mundo | Millennium Falcon

Viajando nas histórias espaciais,  temporais e filosofais já presenciamos inúmeras aventuras e alguns itens e artigos do Cinema e da TV em alguns momentos passam despercebidos, porém existem outros que deixaram sua história por gerações e para os admiradores desse universo ficcional, os relatos sobre esses memoriais da ficção científica tem se tornado um patrimônio popular de todos os admiradores da galáxia, aqueles que se familiarizaram com aliens e aventuras de outro mundo. Desde o tempo das charmosas vitrolas a manivela , olhamos para Han Solo, personagem interpretado por Harrison Ford ainda em uma época de quase anonimato e que mais tarde se tornaria mais conhecido por interpretar o papel do pirata espacial além do popular Indiana Jones. Junto a Solo imaginamos personagens queridos, como o peludão Chewie a sua própria linguagem excêntrica e R2-D2 pequeno e inteligente especialistas em naves com seus bipes eletrônicos quase que indecifráveis.

O lixo espacial mais rápido da galáxia, aquele que tem o formato de um sanduíche ou algo parecido em seu formato excêntrico em suas fugas e inúmeras peregrinações pelo universo, entrando e saindo de buracos ,labirintos nas missões piratas de Han Solo, "O balde de parafusos" amado por todos. Em relação a criação e engenharia a obra do cinema para a Falcon, alguns artistas já estavam envolvidos nos conceitos do universo de Star Wars como: Ralph McQuarrie que trabalhou nos três primeiros filmes da franquia e Joe Johnston conhecido no cinema por algumas produções famosas e que em destaque desenhou o traje de Boba Feett o caçador de recompensas Mandaloriano mais famoso e conhecido no universo de Guerra nas estrelas, Johnston foi o responsável pela modificação principal da nave, pois a mesma estaria muito semelhante a nave da série de TV dos anos 70, Espaço: 1999.
 Nessas horas segundo o designer e criador a nave poderia ter agora a essência de um disco voador ou ter partido de um próprio sanduíche com uma azeitona, ideia de George Lucas, como alguns já ouviram. O Sanduíche voador incrementado com seus aparatos dos quatro cantos do universo,  a
      
espaçonave de Solo já presenciou e ajudou a aliança rebelde em suas vitórias sobre o império, com suas modificações únicas e  ilegais uma delas uma antena militar de longo alcance totalmente proibida, além de um bom espaço quase oculto para contrabando de utensílios, armamentos e outras coisas que fariam de nossos personagens conhecidos e também entrarem no contexto de Star Wars,  a Millennium Falcon se torna única tendo modificações e configurações dadas por cada dono seu durante toda sua trajetória. Na história supostamente a Nave seria de Lando antes sendo apenas um cargueiro padrão, o mesmo havia ganhado em uma possível aposta e já sabemos que ao chegar ás mãos de Han Solo foram feitas modificações como fuselagem, armamentos, escudos além de sistemas roubados turbinaram a nave que também possui uma incrível cápsula de hibernação criogênica para casos médicos.
   A nave tem um motor de hiper velocidade tipo 5 que já fez muitas naves imperiais comerem poeira. Há também muitos compartimentos internos para o contrabando de Han nessas aventuras e também sensores para detectar naves do império e  como sabemos sempre necessitam da presença de algum Droid para o enredo se tornar como o admiramos. Além das pequenas maquetes da nave para as técnicas de filmagens criadas, foi construido um grande protótipo da nave um "Porkburger" gigante esse foi o nome carinhoso que Lucas daria a sua Millennium Falcon pela ideia e semelhança ao sanduíche, esse protótipo foi acidentalmente queimado nos sets de filmagem. Há também quem diga que seu design foi reaproveitado na arquitetura de alguns prédios no Clássico Blade Runner (1982). A Falcon também é homenageada em um pequeno Easter Egg no Filme do grande capitão Jean-Luc Pickard em Star Trek: First Contact (Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato) de 1996 a pequena Falcon durante alguns segundos aparece em meio a inúmeras naves da federação unida dos planetas, durante a  icônica batalha contra os Borgs. Vida Longa e próspera a Trekkers e Jedi fans! 

                                                              

Especificações:

Comprimento: 34.37 mts

Largura: 25.61 mts

Altura: 8.27 mts

Velocidade máxima atmosférica: 10,050 km/m

Velocidade máxima espaço: 75 MGLT.










                                                




 


A Odisseia de Kubrick | 2001: Uma odisseia no Espaço

arte por meio das perguntas, o questionamento do homem junto ao existencialismo. A evolução do ser humano apresentada em meio a analogias artísticas, uma dança com o inconsciente imaginável para grandes indagações da humanidade. O balé do satélite no espaço desconhecido e profundo foi trazido as grandes telas há quase meio século e ainda se mantém à frente de grandes produções atuais de fato, escola para as mesmas. A obra apresentada em 1968 por Stanley Kubrick 2001: Uma Odisseia no Espaço, fugiu dos padrões SCi-Fi dos roteiros enxutos e amarrados com protagonistas em suas aventuras. A narrativa do filme se compara a um livro totalmente visual onde as ilustrações quebram
todos os protocolos estabelecidos, pulando para fora da tela quadrada casual. Podemos comparar algumas cenas ricas em efeitos bem aplicados com as obras do artista René Magritte, essa narrativa também pode se dar pela produção do filme e do livro escrito por Arthur C. Clarcke ao qual Kubrick também foi co-autor da obra, porém decidiu não receber tais créditos. As ideias de Kubrick soam como questionamentos, inteligencias artificiais, o contato do homem com sua velhice e  o desconhecido,  essas visões concretizadas teriam um orçamento inicial de 6 Milhões de dólares, no entanto foi expandida para quase 10 milhões. A produção levou aproximadamente 5 anos para ficar pronta. No Longa nós temos a inteligência artificial nomeada de "Hal" que tem uma origem muito curiosa onde, as três letras de seu nome precedem  as letras da marca "IBM" de computadores, mais tarde foi descoberto que C. Clarke o fez intencionalmente como uma possível homenagem a um computador "falante" da marca pioneira em computadores. Há
um título provisório que Kubrick e Arthur informaram a imprensa em meados da produção do longa que se chamava: "Jornada pelas Estrelas" no ano de 1965, porém a aclamada criação do grande visionário moderno Gene Roddenberry "Star Trek" só seria lançada ainda em 66. Os efeitos artísticos tão reais e surreais do filme trouxeram grande ponto de discussões na década de 1960 onde o homem pisou na lua. Muitos naquela época duvidavam da veracidade das imagens capturadas dos astronautas Armstrong e Aldrin, assim diziam que as imagens divulgadas do homem na lua seriam meras criações de Stanley Kubrick e sua equipe de efeitos visuais. A Odisseia de Kubrick ou de Homero como referência a mitologia grega assim como nome escolhido, existe um texto original de roteiro que incluiria cenas adicionais, uma introdução ao enredo, onde haveriam opiniões reais e entrevistas com astronautas sobre o contato com o desconhecido no espaço, alguns apontam que o vídeo inicial originalmente em preto e branco foi excluído por ideia do
próprio diretor. Os materiais usados pela produção tomaram destinos ainda desconhecidos, aparentemente o autor não queria nenhum resquício sequer de seu material sendo usado em outras produções de Hollywood, como já vimos em outros casos. A abordagem excêntrica e única do diretor dividiu opiniões na época apesar de hoje ser considerada por alguns a maior obra de ficção cientifica de todos os tempos. 2001: Uma odisseia no espaço tem um clima leve, porém um ritmo pesado que para alguns soa lento embalado em dados os momentos pela consagrada valsa de Strauss a Danúbio Azul, a dança com o satélite pode não ser um filme para todos os públicos, porém trouxe uma nova visão para o cinema como um todo. São quase infinitas as discussões que Stanley Kubrick coloca à nossa frente em sua Odisseia, talvez se escrevêssemos outro livro sobre essas teorias seriam mais interessantes que tenta-las escreve-las superficialmente. A criação de Stanley é reconhecida culturalmente no mundo inteiro seus aparatos de efeitos especiais, conceitos de naves e textos do filme estão nos museus.  Ainda podemos conferir uma breve continuação dessa produção intitulada: 2010: O ano em que faremos contato, de 1984.







Direção: Stanley Kubrick 

Ano de Lançamento: Abril de 1968

País: EUA

Gênero: Ficção Cientifica

Elenco: Keir Dullea, Gary Lockwood, Willian Silvester, Leonard Rossiter, Margaret Tyzac e outros. 




A Verdade está la fora | Arquivo X

A busca pela verdade, o Novo México, as Abduções ou melhor os Arquivos-X. A formula do desconhecido de teorias da conspiração que nos intrigam e nos levam em uma trama continua de suspense, nos deixam com a mente aflorada para os questionamentos apresentados. Os mistérios tomando intensidade, nos prendem em busca de "respostas" (A Verdade está lá fora), frase essa pregada na cultura pop como cartão de visita da série criada por Carter que nos remete a essência do mesmo. A partir de sua estreia em 1993
a TV jamais foi a mesma, pois o estilo de Chris Carter, traria uma nova formula para uma série de TV na época, consolidando assim subtramas geniais para levar o admirador ou apreciador de passagem a acompanhar uma temporada completa. O autor teve a ideia da série depois de ler uma matéria em um jornal sobre uma pesquisa que 3,7 milhões de pessoas já haviam afirmado terem sido abduzidas por Óvnis. Na época alguns executivos da Fox acharam a ideia que tinha inspirações como:" Kolchak e os demônios da noite", muito sombria para tal e também quem não conseguiu liga-la a "The Twilight Zone"(Além da imaginação, 1985), porém a ousada "Twin Peaks" do grande Lynch, já havia aberto o caminho para os nossos agentes do FBI com seus casos estranhos, reflexivos e amados pelos fãs. depois de algum tempo de revisão a série foi oficialmente liberada para a TV. O "X"  dificilmente esquecível; isso era visto em
camisetas, revistas e posteres, certamente se transformou no símbolo da serie que alcançou sucesso de publico indo da 1ª à 10ª temporada, ainda rendendo a produção de dois filmes, "The X-Files: Fight The Future" de 1998 e "The X-Files: I Want to Believe" de 2008. Nos planos de Chris Carter a série iria somente até a 5ª temporada, porem a raposa queria extrair um pouco mais até mesmo pregando um marketing de peso ligada a "The Simpsons". Pelo seu sucesso, sabemos que para prolongar tais eventos a motivação de Mulder de buscar a verdade se estendeu por mais algum tempo, e amamos isso pois a mistura de conceitos apresentadas jamais vista traria grande aceitação. A mistura de OVNIs e o Sobrenatural nos cativaram alias, eles nos conquistaram, Mulder e Scully, no entanto Chris Carter confessou que em sua ideia original da série, o mesmo não queria a formação de um casal, pois isso traria a série o "comum" já apresentado em outras séries, outro fato é que a abdução de Scully durou quase uma interminável temporada, primeiro por causa de sua gravidez em meados da série e em segundo por causa da teimosia de Carter em não querer de jeito algum substitui-la, bem, vamos concordar ele fez o correto, Gillian Anderson inevitavelmente conquistou o público mais tarde. Para constarmos Ela não
seria uma "musa" segundo o diretor desse universo, Chris confessou que queria uma atriz totalmente desconhecida totalmente fora do estereotipo "das mulheres mais atraentes" como de costume nas outras séries, Scully teve inspiração na personagem Clarice Starling de "O Silêncio dos inocentes". No Script a curiosidade de Mulder teve uma motivação maior que foi o desaparecimento de sua irmã ou sua abdução como mencionado por Fox, nisso eles acabaram entrando em um labirinto, onde se envolvem naturalmente em uma estrada sem fim para o desconhecido. A série já teve 30 milhões de espectadores em um único episódio. Na vida real os atores fazem um papel oposto, a Atriz Gillian Anderson é quem acredita e Duchovny é o Cético, ironicamente. A trilha sonora de abertura de sucesso de The X-files é uma grande marca, psicodélica e única, o compositor Mark Snow disse ter se inspirado na canção do The Smiths, "How Soon is Now?". 




















































O Mundo Fantástico de George Lucas | Star Wars

Uma caixa de ideias fantásticas e surreais tecnológicas, sem abandonar o trivial cultural, admirável mundo novo ou admirável nova galáxia poderíamos descreve-la parcialmente como a maior obra de George Walton Lucas Jr ou simplesmente George Lucas, o sonhador da Califórnia que na sua juventude era apaixonado por automobilismo, porém por um grave acidente passou algum tempo em uma cama de hospital, o que levou a reflexões sobre a vida, depois de tomar outras decisões, ganhou uma bolsa de estudos que coincidiu em conhecer Coppola em uma das primeiras universidades a inserir o curso de cinema, sendo esta mesma em sua cidade natal, Lucas sempre teve um pensamento para o cinema indie e com suas ideias voltadas para a ficção científica, política, filosofia e certamente com o seu desejo da criatividade expansiva fora de qualquer padrão, que tracem a contra-mão da casa, ou seja
dos moldes Hollywoodianos, por causa disso teve alguns embates e pagou até multas para o Sindicato de cinema americano. Precisamente em 1970 Lucas estaria aponto de lançar sua primeira obra, que particularmente tenho grande admiração, THX 1138 que surgiu de pequenos takes feito por ele ainda em formação na academia, ultra recheado, comparado a um sanduíche "X-tudo" de Sci-fi e filosofia, uma boa degustação para todos os amantes deste gênero, essa se tornaria seu primeiro longa metragem oficial.  Depois dos anos 70, THX acabaria de se tornar uma marca conhecida de George Lucas em todo o mundo essas três consoantes em caixa alta estavam sendo a assinatura dele por muito tempo que mais tarde ajudariam a dar credibilidade seus muitos longas da franquia mais amada do universo, a marca alguns anos depois se tornou um mecanismo que ditaria os padrões de áudio por seu rigor e fidelidade de áudio em equipamentos de som para o cinema, um referencial. George Lucas criara a THX em alusão a sua primeira obra, a empresa de áudio foi criada por Ele para apresentar um padrão único e fiel de som nos anos de 1980 para  Star Wars: VI - O Retorno de Jedi, depois foi aplicada as salas de cinema em todo mundo, praticamente do que desfrutamos hoje em salas de cinema, lá a mesma está, depois de 1980 o cinema jamais foi o mesmo. Sendo admirador e Fã do Thriller/Film "O Planeta dos macacos de (1968), Lucas começara a fazer esboços de seus Roteiros com total inspiração no mesmo e com uma boa pitada de "Flash Gordon" para o seu Guerra nas Estrelas (Star Wars), depois rebatizado nos anos 90 de Star Wars: IV - Uma Nova Esperança. Era chegada a era dos Blockbusters assim se fixou alguns anos antes seu amigo Steve Spielberg com Tubarão (1975), George traria sua ideia de Ficção científica e fantasia para o público  porém teria apresentado a proposta a inúmeros estúdios que desacreditaram do poder encantador do que viria a ser, muitos julgaram pequeno o grande projeto de George longe acreditavam, 
mencionavam o projeto como um filme de fadas superficial, sem nossas viagens filosofais que temos hoje, Alec Guiness (Obi Wan) também não acreditava no potencial do filme antes de filma-lo. Seguindo recebendo todas as rejeições possíveis de estúdios, a FOX aceitou produzir o que Lucas teria a oferecer ao mundo. Em torno de 11 milhões era o financiamento para essa obra que traria a Ficção de um jeito jamais visto com influências do cinema clássico, densidade das tramas políticas, filosofia, moral, o bem e o mal: "The Dark side and the Light". Naves imperiais, sons únicos, os caças X-Wing adentrando em labirintos espaciais, fugindo de Tie Fighters e aliens falantes ou melhor: Uma espécie de macaco pé grande gigantesco que foi inspirado em seu cachorro e a pedido de George Lucas deveria falar uma combinação de sons emitidos por mamíferos nos transportando para outro mundo elevando a um novo nível os filmes de ficção e fantasia sem perder sua proposta lúdica para todas as gerações. Contatos Imediatos de Terceiro Grau de Steven Spielberg amigo de Lucas estava prestes a estrear também, com isso em uma brincadeira de amizade os dois velhinhos mais queridos do cinema na época fizeram uma aposta estando
relacionada aos dois filmes, George Lucas no final da história acabou perdendo, pois Guerra nas estrelas arrecadou muito mais, que a obra de Spielberg, pois o combinado foi o repasse de 2,5% de seus lucros sólidos respectivos dos filmes de um para o outro. A descrença era tamanha nesse projeto Harrison Ford (Han Solo) recebeu apenas US$ 10 mil, um personagem sem relevância nenhuma para o contexto vindouro da saga, aparentemente que no primeiro olhar do Criador seria um Alien, porém no ultimo esboço do roteiro resolveu mudar a essência do personagem, inspirando um pirata fora da lei em seu amigo Coppola com isso Alec Guiness, aceitou interpretar (Obi Wan) em troca de apenas 2% de toda a receita da franquia em que poderia aparecer e o final disso já sabemos. O mundo de efeitos práticos estaria a se apresentar a diversidade de espécie de animais e alienígenas crenças, comportamentos e linguagens inspiradas em várias nações da terra ascendem as  obras de Lucas. Darth Vader (Vader) que em Holandês significa
"Pai" foi o primeiro personagem do esboço a criar vida, com inspiração em samurais e guerreiros medievais e uma armadura de alta tecnologia feita em "Durasteel" um material resistente a sabres de luz e também flexível, o personagem foi vivido por três pessoas e figurantes no primeiro filme da franquia que mais tarde abriria as portas para todo um universo que rendeu bem mais que seu pequeno orçamento de 11 milhões de dólares. Com o lucro do primeiro longa da franquia nosso velhinho das estrelas decidiu investir em sua própria empresa de efeitos, havia um gosto de produzir seus filmes longe dos padrões e críticas da época então surgiu a Industrial Light & Magic  precisamente ainda nos anos 70, sendo principal nome para produções nessa época nos dias atuais a mesma faz parte da Gigantesca LucasFilm. Desacreditado no inicio, George Walton Lucas Jr foi o responsável por nos apresentar com grande ousadia algo abordado de uma forma nunca vista que se renova por gerações, um universo que seus acontecimentos "Em uma galáxia muito, muito distante", apresentado com a orquestra de outro mundo de nosso John Willians conquistaram muitos fãs por todo o universo. Games, música, filosofia e a arte no mundo tem um pouco de Lucas, suas produções renderam uma franquia que vai além dos longas metragens inspiram crianças e adultos no mundo inteiro, essa é a força de Star Wars: "May Be The Force Be With You" 


Reprodução Bastidores: